quinta-feira, 31 de março de 2011

Para a política, o bem-comum é a ordem?

Partindo do princípio de que é impossível se chegar a uma verdade absoluta sobre política, não podemos dizer que o bem-comum é a ordem, como também não podemos dizer que não a é.

Vale primeiro caracterizar o que considero aqui por bem-comum. Este pode ser traduzido como a felicidade geral. No entanto, a felicidade de um não se traduz na felicidade do outro, tornando impossível para o Estado satisfazer a todos. Assim, passa-se a entender bem-comum como a criação da possibilidade de felicidade pelo Estado para os cidadãos.

A ordem pode existir em diversos Estados, mas isso não nos dá a certeza de que o governo esteja proporcionando a seus cidadãos todas as ferramentas para que estejam satisfeitos, felizes. Porém, também não se pode dizer que haja bem-comum em um lugar cuja ordem não prevaleça. A ordem é parte do bem-comum, pois dificilmente os cidadãos estariam satisfeitos em um lugar desordenado.

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